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Enzimas digestivas

terça, 30 de abril de 2019 às 00:40:00

 

 

 

 

O que são e 5 razões para consumir enzimas digestivas

 

Fundamentais para a absorção dos nutrientes no nosso corpo, as enzimas digestivas podem não estar sempre em equilíbrio no organismo. Sem uma quantidade adequada de enzimas digestivas, até mesmo as dietas consideradas como extremamente saudáveis podem perder seu valor. Sem uma digestão e absorção correta dos alimentos, os nutrientes não conseguem atuar em suas mais diversas funções. Além disso, com uma quantidade menor destas enzimas, a digestão se prolonga causando a tão conhecida “sensação de peso no estômago”, e com ela uma variedade de problemas de saúde.

 

O que são enzimas digestivas

 

As enzimas digestivas são moléculas produzidas pelo nosso organismo e também disponíveis em alimentos crus, que aceleram reações químicas. Na digestão, são responsáveis pela quebra das macromoléculas presentes nos alimentos em moléculas menores, facilitando assim sua absorção pelo intestino, além de deixar os micronutrientes (vitaminas e minerais) livres e disponíveis para o processo de absorção, nutrindo e fornecendo energia às células.

 

5 razões para você consumir enzimas digestivas

 

  • Processo de envelhecimento

Ao nascer, somos dotados de maior potencial para a produção de enzimas, disponibilizando até de certa “reserva”. Mas, com o passar dos anos, e o desgaste dos órgãos produtores (como pâncreas, estômago e glândulas salivares), o corpo não mais produz quantidades suficientes, provocando assim sintomas como indigestão, aparecimento de alergias e gases.

 

  • Fatores externos

Além do avanço da idade, nossa produção de enzimas pode ser prejudicada por estresse, consumo excessivo de açúcar, álcool e outras substâncias com potencial de prejudicar a absorção de vitaminas e minerais e pelo uso excessivo de medicamentos.

 

  • Ingestão de alimentos pobres em enzimas

A dieta adotada por grande parte da população, principalmente a ocidental, consiste basicamente de alimentos ultra processados ou cozidos. As enzimas contidas nos alimentos crus, que poderiam ajudar a suprir o declínio na produção natural, são destruídas pelo calor e a industrialização envolvidos.
Além disso, o hábito de ingerir líquidos durante as refeições dilui o suco gástrico, reduzindo estímulo ácido que o pâncreas precisa para produzir as enzimas.

 

  • Ampliação da dieta

Pesquisas estimam que cerca de 70% dos adultos sofra com algum nível de intolerância à lactose. A restauração da capacidade de digestão da lactose (açúcar do leite), das proteínas do leite, ou mesmo do glúten, pode trazer novas opções de alimentos.

 

  • Dietas específicas

Na dieta ocidental moderna há um grande consumo de alimentos ricos em carboidratos, gorduras e produtos lácteos. Por isso, o ideal é que suplementos entreguem em maior quantidade as enzimas amilase, lactase e lipase, por exemplo. 


Outro ponto importante é a origem das enzimas digestivas. As enzimas de origem não-animal são mais estáveis às variações de pH que ocorrem durante a digestão, o que potencializa sua atividade, e também possibilita o uso por veganos e vegetarianos.

 

Fonte: Essential Nutrition